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Em certa escola, na Idade da Pedra, a professora distribui um pedaço de pedra, um martelinho e um cinzel para cada aluno e começa a fazer o ditado.

  • O rei…

Pléc, pléc, pléc. Todo mundo grava uma coroa.

  • … é forte…

Pléc, pléc, pléc. Todo mundo grava um leão.

  • e viril…

Todo mundo pensativo, de repente a voz de Joãozinho quebra o silêncio:

  • Professora! Viril se escreve com um ou dois testículos?

A professora entra na sala e se depara, horrorizada, com a seguinte inscrição no quadro negro: “Joãozinho tem o Pau Grande!”. Imediatamente ela apaga a inscrição e sem fazer nenhum comentário, começa a aula.
No dia seguinte, ao entrar na sala novamente, a mesma inscrição em letras garrafais:”Joãozinho tem o Pau Grande!”. Pela segunda vez, ela apaga os dizeres, sem fazer nenhum comentário.
No outro dia, a história se repete, e no outro e no outro e no outro… até que um dia ela resolve colocar à prova a veracidade daquela mensagem.
Quando toca a campaínha avisando que a aula terminou ela pede para todos sairem menos o Joãozinho.
Tranca a porta, tira a roupa e viola o menino.
Dia seguinte, ao entrar na sala, ela lê no quadro:
“A Propaganda é a Alma do Negócio!”.

Joãozinho e Luisinho conversam na hora do recreio.

  • Meu pai é tão alto – diz Luisinho, contando vantagem. – mas tão alto que um dia ele levantou os braços e encostou a mão nos nuvens.
  • Quando ele encostou sentiu algo macio? – perguntou Joãozinho sem querer ficar por baixo.
  • Exatamente.
  • Pois era o saco do meu pai!

Joãozinho está brigando na rua, com um menino que deveria ter a metade da sua idade.
Um senhor que passava por eles se aproxima e os separa.

  • Você não tem vergonha? – diz ele se dirigindo ao Joãozinho. – Bater num menino bem menor do que você? Seu covarde!!
  • O senhor queria o quê? – respondeu ele. – Que eu ficasse esperando ele crescer?

A professora mandou fazer uma composição para o dia seguinte sobre o tema: ‘Mãe, há só uma’.
No outro dia a professora mandou o Joãozinho ler a dele;

  • Quando eu era mais pequeno, fui passear com a minha mãe e então ela parou para ver uma montra e eu comecei a atravessar a estrada. Veio um carro e quando estava quase a ser atropelado, a minha mãe salvou-me. Mãe, há só uma.
  • Muito bem Joãozinho. Agora podes ser tu Manuelzinho.
  • A semana passada fui com os meus pais à praia e fui tomar banho ao mar.

Veio uma onda e arrastou-me. Quando estava quase a ser levado, aparece a minha mãe e salvou-me.
Mãe, há só uma

  • Muito lindo Manuelzinho. Lê agora a tua, Zézinho.
  • Eu ontem estava em casa a ver um filme pornográfico com a minha mãe.

Ela manda-me ir ao frigorífico buscar duas cervejas, eu vou lá, abro o frigorífico e digo:
‘Mãe, há só uma’.

O professor de Matemática levanta uma folha de papel em uma das mãos e pergunta para Joãozinho:

  • Se eu dividir essa folha de papel em quatro pedaços, Joãozinho, com o que eu fico?
  • Quatro quartos, professor!
  • E se eu dividir em oito pedaços?
  • Oito oitavos, professor!
  • E se eu dividir em cem pedaços?
  • Papel picado, professor!
O Joãozinho chega à escola e diz à Sra. Professora:
– A minha gatinha teve 4 gatinhos e são todos do Benfica.
A professora fica muito espantada com a saída da criança. No outro dia o Director vai visitar a escola e a Professora, como achou muita piada ao miúdo, pergunta:
– Joãozinho, diga lá o que aconteceu à sua gatinha?
Diz o Joãozinho:
-A minha gatinha teve 4 gatinhos, 2 são do Sporting e 2 são do Benfica.
A Professora fica intrigada e diz:
– Então não eram os 4 do Benfica?
– Responde o Joãozinho:
– Eram, mas 2 já abriram os olhos!
Um dia apareceu um puto todo contente, todo feliz na escola… E a professora perguntou-lhe porqué que ele tava todo contente, e ele respondeu:
-“Porque a minha cadela Pantufas teve 6 cãezinhos! E são todos do Benfica”
A prof. disse logo:
-“Ai que história tão gira! Amanhã vem o Mantorras visitar a nossa escola, podias contar-lhe essa história…”,
ao que o puto respondeu:
-“Sim, sr. professora!”.
No outro dia, quando o Mantorras estava a visitar a sala de aula a prof.pediu ao puto pra contar a história E ele contou:
– “Ontem a minha cadela Pantufas teve 6 cãezinhos e 3 são do Benfica!”
A professora interrompe: “Então mas ontem não eram todos do Benfica?!”
– “Eram, mas hoje 3 já abriram os olhinhos…”
Numa escola de Lisboa, onde há alunos de vários estratos sociais, durante uma aula de Português, a professora perguntou:
– Dêem exemplos de frases com a palavra ÓBVIO?
Cátia Vanessa, uma das alunas mais aplicadas da turma, sempre muito bem vestida, ar de menina bem, respondeu:
– Senhora professora, hoje acordei bem cedo, ao nascer do sol, depois de uma óptima noite de sono no conforto do meu quarto. Desci a enorme escadaria da minha vivenda e fui à copa onde tomei o pequeno-almoço. Depois de me deliciar com as mais apetitosas iguarias fui até à janela que dá para o jardim. Vi a porta da garagem aberta e que lá se encontrava guardado o Ferrari do meu pai. Pensei cá com os meus botões: ‘É ÓBVIO que o papá foi trabalhar de Mercedes’.
Luís Cláudio, aluno de família classe média, não quis ficar atrás e disse:
– Professora, hoje não dormi nada bem porque o meu colchão é um bocado duro, mas apesar disso ainda consegui dormir alguma coisa. Tinha ligado despertador e por isso acordei a horas. Levantei- me cheio de sono, comi um pão torrado com manteiga e tomei café com leite. Quando sai para a escola vi o Fiat Uno do meu pai parado na garagem. Disse cá para comigo: ‘É ÓBVIO que o pai não devia ter gasolina e foi trabalhar de autocarro’.
Embalado na conversa, Geofredo Motumba Júnior, um preto da Cova da Moura, também quis responder:
– Féssora, hoje eu quasi num dormiu porqui houve cunfusão lá nos meu rua, com tiro e tudo. Só acordei di manhã porque estava a esmorrer di fome, mas num havia nada pra comer lá nos casa. Espreitei pela janela e viu os minha vó vistido cum os camisola dus Porto e cos jornal dibaixo dus braço e aí eu pensou: ‘É ÓBVIO qui vai cágá. Num sabi ler!!!’.
Num avião que estava prestes a despenhar-se, viajavam 5 passageiros, mas só existiam 4 pára-quedas. O 1º passageiro diz:
– Eu sou Kobe Bryant, o melhor jogador da NBA, e os Lakers precisam de mim, por isso não posso morrer.
Assim, apanha um dos pára-quedas e atira-se do avião. O 2º passageiro, era Hillary Clinton que diz:
– Eu sou a mulher de um ex-presidente dos EU, sou senadora do Estado de NY e uma potencial futura presidente.
Assim, apanha o 2º pára-quedas e também se atira do avião.
O 3º passageiro, George W. Bush, diz:
– Eu sou o presidente dos EU, tenho grande responsabilidade sendo líder de uma super-potência, e sou o mais inteligente presidente da história americana, pelo que o povo americano não permitirá que eu morra.
Agarra o 3º para-quedas e atira-se do avião.
O 4º passageiro era o Papa João Paulo II, que diz para o 5º passageiro, uma aluna da escola primária com 10 anos:
– Eu sou um homem velho e fraco e já não me restam muitos anos, e como católico sacrificarei a minha vida e deixarei que sejas tu, minha menina, a ficar com o último pára-quedas.
A menina sorri e diz:
– Não há problema, há um pára-quedas para mim e outro para ti! O mais inteligente presidente da história americana levou a minha mochila da escola.