Estreou-se num teatro uma nova opereta, que o público aclamou. No fim do espectáculo, um admirador da actriz que fizera o papel principal, entusiasmado, dirige-se ao camarim dela para a felicitar:
— Bravo! Bravíssimo! Inigualável maravilha!
— Não exagere — respondeu ela — Não mereço tantos elogios. Para esse papel quer-se uma actriz que seja nova e bonita.
— Qual história! A senhora acaba de demonstrar exactamente o contrário!