No tribunal:
— Acusado, escolha entre as duas penas — ou dois dias de prisão, ou 100 euros.
O réu, muito ligeiro, estendendo a mão:
— Aceito os 100 Euros.
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— Vai absolvido. O tribunal não provou a acusação de bigamia. Pode ir ter com a sua mulher.
— Qual? -
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Juiz:
— A senhora vai ter de responder a todas as perguntas oralmente. Percebido?
Testemunha:
— Oralmente.
Juiz:
— Onde estava no dia cinco às nove da noite?
Testemunha:
— Oralmente. -
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— Porque roubou o automóvel? — pergunta o juiz.
— Julgava que nâo tinha proprietário.
— Porquê?
— Estava estacionado à porta do cemitério. -
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O advogado não queria acreditar que o juíz tinha declarado o réu inocente e pergunta:
- Mas como é possível que não o considere culpado?
- Insanidade temporária.
- E você vem nesse estado fazer um julgamento?
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O juíz interroga o réu:
- Ora então de que é que o senhor está a ser acusado?
- De fazer as compras de Natal antes do tempo…
- Fazer as compras de Natal antes do tempo? Mas isso não é crime nenhum! Ora essa… Com que antecedência é que o senhor fazia as compras?
- Umas horas antes da loja abrir…
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O promotor pergunta pro réu, o cara que matou a mãe na primeira piada: -O senhor matou sua mãe?
Já devidamente orientado pelo advogado, ele responde:
-Não, eu não sou o assassino.
-O senhor sabe da pena por perjúrio, isto é, mentir no tribunal? -Sei, sim. É muuuuito menor do que a de assassinato! -
Anedota
O que fez o japonês que teve seu pênis cortado fora pela sua esposa ciumenta? Resposta: Recorreu ao tribunal de pequenas causas.

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