Etiqueta: loira

Uma loira acorda, chega ao quintal e depara com um pinguim.
Ao mesmo tempo, olha para o lado, vê o seu vizinho e diz:

  • Já viu o que está aqui? Um pinguim! O que é que eu faço?

O vizinho responde:

  • Não sei! Olhe, leve-o ao Jardim Zoológico.

No dia seguinte, o vizinho olha para a casa da loira e vê-a a sair com o Pinguim preso com uma coleira e pergunta:

  • Então, levou o pinguim ao Jardim Zoológico?

E a loira…

  • Sim, sim e gostou muito! Hoje vai ao Parque das Nações.

Uma loira entra num casino e logo à entrada, vê uma máquina de bebidas.
Mete uma moeda de 50 cêntimos e sai uma lata. Mete outra e sai outra lata, e assim sucessivamente…
Entretanto, chega um homem e intrigado, pergunta-lhe:

  • Desculpe lá, mas a senhora vai beber essas bebidas todas?

Ela responde:

  • Agora não me interrompa que estou a ganhar.

Uma morena, uma ruiva e uma loura escapam a um incêndio fugindo para o telhado do prédio. Os bombeiros estão na rua, dez andares abaixo, com uma lona esticada. Os bombeiros gritam à morena:
— Salte! Salte! É a sua única hipótese de sobreviver! A morena salta e… Os bombeiros puxam a lona no último instante e ela esborracha-se como um tomate.
— Força! Salte! Tem de saltar! — dizem os bombeiros à ruiva.
— Oh, não! Vocês vão-me fazer a mesma coisa! — responde a ruiva.
— Não! Nós só não gostamos é de morenas! De ruivas gostamos!
— Okay — diz a ruiva, ao mesmo tempo que salta. Os bombeiros desviam o pano e a ruiva espeta-se no chão mesmo ao lado da morena.
Finalmente, a loura chega-se à beira do telhado. Mais uma vez, os bombeiros gritam:
— Salte! Tem de saltar!
— Nem pensem! Vocês vão tirar o pano de baixo quando eu saltar! — grita ela.
— Não! De maneira nenhuma! Tem que saltar! Nós não vamos tirar o pano!
— Olhem — diz a loura —, nada do que possam dizer me vai convencer de que não vão tirar o pano! Por isso, o que eu quero que façam é que pousem o pano no chão e se afastem.

Uma loura com as orelhas vermelhas vai ao médico, que lhe pergunta o que aconteceu.
— Estava a passar uma blusa a ferro quando o telefone tocou — explica —, mas, em vez de pegar no auscultador, distraí-me e encostei o ferro à orelha.
Incrédulo, o médico exclama:
— Valha-me Deus! Mas então o que aconteceu à outra orelha?
— O filho da mãe voltou a ligar!

A loura foi ao médico porque queria perder uns quilinhos. O doutor dá-lhe uma dieta infalível:
— Você segue este regime por um dia e salta dois, depois reinicia e salta mais dois dias. Garanto que em quinze dias você perde pelo menos cinco quilos — disse o doutor.
Quinze dias depois volta a loura ao consultório, quinze quilos mais magra.
— Vejo que seguiu o regime à risca! — diz o médico, espantado.
— É, doutor, mas quase morri!
— De fome?
— Não! De tanto saltar.

Uma loura entra num Boeing 747 com bilhete da classe económica e senta-se nos lugares da classe executiva.
A hospedeira diz-lhe que tem de se sentar na parte de trás do avião, ao que a loira responde:
— Deve haver algum engano porque eu sou superloura, superinteligente e vou para as Caraíbas.
A hospedeira percebe que não consegue resolver o caso e chama o comandante. Este diz à loura que se sente na parte de trás do avião, que são os lugares da classe económica. Ela responde:
— Deve haver algum engano porque eu sou superloura, superinteligente e vou para as Caraíbas.
O comandante diz-lhe então umas palavras ao ouvido, a loura levanta-se e dirige-se para os últimos lugares do avião. A hospedeira, curiosa, pergunta ao comandante:
— O que é que lhe disse?
O comandante responde:
— Disse-lhe que esta parte do avião não vai para as Caraíbas.

Uma loura foi ao shopping comprar um par de sapatos de crocodilo legítimo e o vendedor da loja logo informou o preço:
— Mil euros!
— O quê? Não é possível… Não há outro modo de eu conseguir um par de sapatos de crocodilo legítimo? — disse ela.
— É, acho que há… — disse o vendedor, enchendo a loura de esperanças. — Eu conheço um parque aqui perto que tem alguns crocodilos… A senhora pode ir até lá caçar um deles e providenciar os seus próprios sapatos!
A loura concordou e disse que iria até o parque caçar os crocodilos. No início, o empregado não acreditou, mas resolveu ir ao parque verificar se ela estava por lá. Quando chegou, viu a loura, dentro do pântano, dar um tiro num crocodilo enorme e arrastá-lo até a margem, onde estava mais ou menos uma dúzia de crocodilos mortos. O homem fica espantado. Quando ela, com muita dificuldade, tira o crocodilo morto da água, exclama:
— Mas que chatice! Mais um sem sapatos.

O pai de uma loura morreu e uma sua amiga foi chamada para ajudar a cuidar dos preparativos:
— O teu pai não pode ser enterrado com esta roupa. Vai-lhe comprar um fato.
— Amiga, eu não tenho dinheiro!
— Não tem importância. Eu pago.
E lá foi a loura em busca de um fato para enterrar o seu progenitor.
Feito isto, e após o enterro, procurou a amiga.
— Preciso de dinheiro para pagar o fato.
— Quanto é? — perguntou a amiga.
— Duzentos euros.
Ela deu-lhe o dinheiro como prometera. Passou um mês e a loura procurou-a novamente.
— Preciso de dinheiro para pagar o fato.
— Quanto é?
— Duzentos euros.
Por ter prometido, a outra não questionou e deu-lhe a massa. Mais um mês se foi e a loura voltou a procurar a amiga.
— Preciso de dinheiro para pagar o fato.
— Espera aí, em quantas prestações compraste esse fato?
— Nenhuma… é que o fato era muito caro e eu, em vez de o comprar, aluguei-o…

Numa excursão de louras e morenas, na parte de baixo de um autocarro de dois andares vão as morenas, na maior galhofa. Na parte de cima, as louras, muito caladinhas, cheias de medo. As morenas estranham e uma delas sobe ao andar de cima e vê as louras com um ar assustadíssimo, quase brancas que nem papel e agarradas às cadeiras! Pergunta a morena:
— O que se passa com vocês? Lá em baixo vamos todas divertidas!
Ao que uma das louras responde:
— Pois é… mas lá em baixo vocês têm motorista!