Etiqueta: elefante

Certo dia um elefante vai à patareca da macaca. O elefante:

  • Vou-te comer!!!

E pimba na macaca. A macaca responde-lhe:

  • Ai as bolas!!!

E o elefante diz-lhe:

  • As bolas? Então vais levar com a da direita!

E a macaca retorquiu novamente:

  • Ai as bolas!!!

E o elefante intrigado diz-lhe:

  • Entao agora vai levar com a da esquerda!!

E pimba na macaca. Nisto a macaca volta a repetir:
-Ai as bolas!!!
O elefante já saturado e enrraivecido diz-lhe:

  • Agora vais levar com tudo!!

E pimba outra vez. Nisto ela volta a repetir:

  • Ai as bolas!!!

O elefante pergunta-lhe:

  • Bolas? Mas quais bolas?
  • As bolas dos meus olhos estão quase a saltar!!!!!!

Andava o Tarzan na sua actividade predilecta: saltar de liana em liana, quando escorregou e caiu. Resultado, ficou sem um braço, uma perna e, mais grave ainda, sem a “ferramenta”. Desesperado, reuniu todos os animais da selva e, apelando à sua amizade e boa vontade, pediu ajuda, uma vez que com a medicina moderna e se encontrasse dadores, lhe reconstituiriam o corpo.
O macaco, comovido e reconhecendo o rei dos macacos ofereceu-lhe um braço, a gazela para não ficar atrás, ofereceu uma perna. Já só faltava a “ferramenta”. Os animais, perante a perspectiva pouco animadora de se verem privados do respectivo “instrumento”, olharam uns para os outros, olharam e olharam até que o elefante disse:

  • Tarzan, o meu “coiso” é demais para ti mas, se quiseres, posso dar-te um bocado da minha tromba.

E assim foi, depois das várias operações e depois de recuperado Tarzan volta à selva e, reunindo os seus amigos, lhes diz:

  • Amigos, obrigado, sou novamente o Tarzan que sempre fui, se não melhor!..
  • O braço do macaco é magnífico, com a perna da gazela corro como nunca corri, obrigado meus amigos, obrigado…

Aqui o elefante, admirado por Tarzan nada dizer da sua oferta pergunta:

  • Ó Tarzan então e o bocado de tromba… serviu?
  • Ó elefante, desculpa… serviu, serviu, estica e encolhe perfeitamente só tem um pequeno problema, de vez em quando dou com ela a apanhar um bocado de erva e a tentar meter-ma no cu!…
Depois de criar o mundo em seis dias, Deus tomava uma água de coco em uma rede no seu merecido descanso sabatino, até que foi incomodado por uma de suas criaturas:

– Pô, Deus! – gritou a girafa – Que pescoço ridículo é esse que você colocou em mim? Você tá de sacanagem?

– Você não! – advertiu Deus – SENHOR! E eu não estou de sacanagem! O seu pescoço tem muitas utilidades, Girafa! Com ele, além de você poder comer as folhas mais tenras, do alto das árvores, vai poder perceber a aproximação do inimigo antes dos outros animais e assim se defender!

A girafa se convenceu e saiu desfilando com o seu lindo pescoço, satisfeita. Logo depois, entrou o Elefante, furioso:

– Eu protesto, merentíssimo!

– Pera lá! – interviu Deus – Você tá pensando que isso aqui é o quê? Tribunal?

– Deus, fala sério! Eu sou enorme de gordo e tenho essa tromba no meio da cara! Você tava estressado quando me criou?

– Calma, Elefante! Com esse tamanho todo, nem o Leão, que é o rei da selva, terá coragem de te enfrentar e graças a essa tromba, você é o único animal que pode tomar banho de chuveirinho!

Então o Elefante pensou um pouco, se acalmou e saiu de tromba erguida, todo orgulhoso. Deus achou que estava livre de reclamações, mas viu a galinha chegando, cacarejando de raiva:

– Deus, eu não quero saber de desculpas esfarrapadas! Ou você diminui o tamanho do meu ovo, ou aumenta o tamanho do meu cu!

Num “tasquinho” da província o patrão, para fazer a sua publicidade, tinha afixado um letreiro a dizer :

  • Temos sandes de tudo.

Entrou um cliente citadino e, armado em esperto, pediu :

  • Por favor, dê-me uma sandes de carne de Elefante.

O patrão hesitou mas após alguma reflexão perguntou em voz alta para os outros clientes :

  • Alguém mais quer uma sandes de carne de Elefante ? “.

Como ninguém respondeu, voltou-se para o cliente “esperto” e disse :

  • Desculpe mas não vou encetar um Elefante só por sua causa.

Um homem foi ao médico para este lhe aumentar o tamanho do pénis. Ora, este procedimento envolvia o transplante de uma tromba de elefante bebé para o pénis do homem.
Radiante, o homem levou a sua namorada para jantar num restaurante fino. Depois do aperitivo o pénis do homem saiu-lhe das calças, apalpou a mesa, agarrou um pãozinho e desapareceu rapidamente debaixo da toalha.
A rapariga estava espantada e perguntou:

  • “O que era aquilo?”

De repente o pénis regressou, pegou noutro pãozinho e desapareceu rapidamente.
A rapariga ficou silenciosa por alguns instantes, e finalmente disse:

  • “Não acredito naquilo que vi… podes repetir?”

Com um sorriso de desconforto o homem respondeu:

  • “Querida, eu gostaria, mas penso que o meu cu não aguenta outro pãozinho!”

Estavam dois alentejanos sentados à sombra de uma oliveira quando passa um elefante a voar. Os dois olham com cara estranha ao sucedido mas não dizem nada.
Passado algum tempo passa outro, e continuam a passar até ao fim da tarde.
Diz então um alentejano para o outro: – Ó compadre, só há uma explicação…

  • E qual é? – diz o outro.
  • O ninho deve ser aqui perto!