A mulher pergunta ao marido:
- Achas que este vestido me faz parecer gorda?
- Não, acho que não é o vestido…
A mulher pergunta ao marido:
Todas as noites, ao deitar-se, o bêbado atirava as botas ao chão com violência. O vizinho do andar de baixo, tantas vezes foi acordado por aqueles estrondos, que um dia não se conteve. Saiu-lhe ao caminho, fez-lhe ver que aquilo o incomodava, porque tinha de se levantar cedo, e às vezes acordava tão sobressaltado que já não conseguia dormir. O bêbado desculpou-se e prometeu não tornar a atirar com as botas.
Nessa noite, duas da madrugada, o bêbado, ao deitar-se, arremessa a primeira bota. Acorda o vizinho de baixo, amaldiçoa a sua sorte, e fica esperando ouvir cair a segunda bota, para depois tentar adormecer. Espera, acende um cigarro, pega no jornal, impacienta-se, vê passar uma hora… e resolve subir ao andar de cima. Bate à porta até o bêbado lhe responder, e pergunta:
Responde o outro, chateado e ensonado:
O bêbado, com um trapo velho, anda a tourear tudo o que vê: pessoas, candeeiros, automóveis, manequins e vai soltando «olés!» de satisfação. O polícia leva-o para a esquadra e, aí, o bêbado toureia o chefe da esquadra, que sem meias medidas lhe assenta uma bofetada que o atira ao chão. O bêbado levanta-se, tenta empertigar-se, e diz com a altivez que a bebedeira permitia:
— Saiba V. Ex. que em 15 anos de toureio é a primeira vez que sou colhido!
Um dia, estava com tanta fome que comi o meu papagaio – contou o explorador ao amigo. E a que é sabia? Peru, ganso selvagem, tordo… aquele papagaio era capaz de imitar tudo.
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