Diz um alentejano para o outro:
- Vai chover!
Responde o outro:
- Vai tu!
Diz um alentejano para o outro:
Responde o outro:
Um alentejano vai ao médico e este receita-lhe uns supositórios que o alentejano compra numa farmácia. Algum tempo depois encontram-se e o médico pergunta:
Estavam dois alentejanos sentados à sombra de uma oliveira quando passa um elefante a voar. Os dois olham com cara estranha ao sucedido mas não dizem nada.
Passado algum tempo passa outro, e continuam a passar até ao fim da tarde.
Diz então um alentejano para o outro: – Ó compadre, só há uma explicação…
Sabes quantas vezes um alentejano se ri de uma anedota?
Dois miúdos alentejanos:
Um compadre alentejano vindo do Brasil vai visitar a sua casa nova, ainda em construção.
Diz o alentejano:
Eram dois alentejanos, e um deles estava a esborrachar um caracol com o pé. Então diz-lhe o outro:
Um alentejano comprou os óculos de ‘raios x’ ao super-homem. E então veio-se a divertir pela rua ao ver as pessoas nuas, levantando e baixando os óculos. Cantava ele:
Ao chegar a casa, ainda com os óculos, vê a mulher na cama com outro homem. Continuou ele:
Dois alentejanos dormiram com duas francesas. No outro dia diz um alentejano para o outro:
Dizem elas, uma para a outra:
Dois alentejanos, aproximando-se a hora do almoço discutem onde seria o melhor sítio para almoçar. Diz um deles:
E foram!
Um homem que vinha de carro, ao ver dois homens no meio da estrada, não tem mais nada, desvia-se e vai bater no chaparro.
Diz então o segundo alentejano:
Diz um alentejano à mulher:
E a mulher prepara a roupa e põe-na na casa de banho.
Vai o homem tomar banho, começa a correr água e grita:
Chega um alentejano a uma taberna com uma mala grande na mão e pergunta:
Ninguém respondeu. Diz então o alentejano:
Vão dois alentejanos a uma piscina. Nisto um deles sobe à prancha e diz o outro:
Um alentejano andava sempre a ver as horas. Nisto o relógio avariou e o alentejano todo armado em engenhocas abre o relógio. E, ao ver um mosquito morto lá dentro diz:
Filosofia alentejana:
Um lisboeta passa pelo Alentejo num bruto Ferrari mas, não conseguindo
contornar uma curva, despista-se e desfaz o carro. Começa ele então a gritar:
Um alentejano que por ali passava, ao ver o gajo a gritar, diz-lhe:
falta um braço?
Começa então o lisboeta: – Ai o meu Rolex! Ai o meu Rolex!…
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