Com as tags: pais Mostrar/Esconder Comentários | Atalhos de Teclado

  • Hugo 16:06 em 18 May, 2014 | Comentar!
    , , pais   

    Era um miúdo de 7 anos, que estava sempre a chatear os pais, porque queria saber como é que tinha nascido. Os pais para o correrem, respondiam-lhe sempre:

    • Olha, estás a ver aquele buraquinho no tecto? Foi por ali que tu nasceste.

    O puto, enfim lá se calava e ia-se embora.
    Um dia, numa chuvada torrencial, começou a chover dentro de casa através do buraco no tecto.
    Como o tecto era muito alto, o homem meteu a mulher às cavalitas, para ela meter betume no buraco.
    Entretanto toca o telefone, e dizem:

    • Olha, eu queria falar com a tua mãe.
    • A minha mãe agora não pode, está em cima do meu pai a tapar o buraco por onde eu nasci.
     
  • Hugo 16:02 em 18 May, 2014 | Comentar!
    , , pais   

    A Isabel casou-se e foi morar para o andar de cima, mas mesmo assim continuava a comer com os pais.
    Certo dia a mãe chama a Isabel e ela:

    • Já vou mãe, não demoro.

    Diz o Xico (o irmão mais novo):

    • Não demora não!… Eu sei o que é que eles estão a fazer.

    A mãe:

    • Deixa de ser parvo e cala-te! Isabel, anda p’ra mesa!
    • Já vou mãe!
    • Ehehe eu sei o que eles estão a fazer!

    O puto leva um tabefe e cala-se.
    Passado quase meia hora:

    • Isabel, filha, despacha-te que a comida fica fria!

    Diz a filha quase a chorar:

    • Oh mãe já vou …

    O Xico então desata-se a rir :

    • Eu sei o que eles estão a fazer … A Isabel pediu-me o tubo da vaselina e eu dei-lhe o da cola!
     
  • Hugo 14:51 em 30 November, 2013 | Comentar!
    , pais   

    O pai:
    — Se estudares bastante, meu filho, poderás vir a ser um homem como eu!
    A mãe:
    — Credo, homem! Não assustes o pequeno!

     
  • Hugo 14:51 em 30 November, 2013 | Comentar!
    , pais   

    Fui apresentar ao professor de desenho os quadros feitos pelo nosso filho, e ele aconselhou-me a orientar o menino para a literatura.
    — Mas porquê?
    — Diz ele que sai mais barato estragar papel do que estragar telas, pincéis e tintas…

     
  • Hugo 14:51 em 30 November, 2013 | Comentar!
    , pais   

    Quatro amigos encontram-se numa festa após trinta anos sem se verem. Algumas bebidas, e um deles resolve ir à casa de banho. Os que ficaram começam a falar dos filhos. O primeiro falou:
    — Meu filho é o meu orgulho. Começou a trabalhar como paquete numa empresa, estudou administração, foi promovido a gerente e hoje é o presidente da empresa. Ficou tão rico que, no aniversário de um amigo, deu-lhe um carro de presente.
    O outro disse:
    — Espectáculo! Meu filho também é um orgulho para mim! Começou a trabalhar como cobrador de autocarro, estudou e tirou o curso de piloto. Foi trabalhar numa grande empresa aérea, resolveu entrar para sócio e hoje é o dono. Ficou tão rico que um dia destes resolveu dar um avião de presente de aniversário a um grande amigo.
    O terceiro falou:
    — Parabéns! Também estou orgulhoso do meu filho, que se formou em Engenharia e abriu uma construtora que hoje é um sucesso. Ficou tão rico, que, recentemente, deu um apartamento a um amigo que fazia anos.
    O amigo que tinha ido à casa de banho voltou e perguntou:
    — Qual era o assunto?
    — Estamos a falar do grande orgulho que temos nos nossos filhos. E o seu? O que faz?
    — Meu filho não é propriamente um grande orgulho… É vagabundo, não quer trabalhar, mas devo admitir que é um grande sortudo e muito esperto. Fez anos no outro dia e ganhou um apartamento, um avião e um carro.

     
  • Hugo 14:51 em 30 November, 2013 | Comentar!
    , pais   

    Um pai tem cinco filhos. A um domingo reúne-os e diz-lhes:
    — Muito bem, vamos lá ver quem merece uma recompensa esta semana. Qual de vocês foi o mais obediente e fez tudo o que a mamã pediu?
    Os cinco, ao mesmo tempo:
    — Tu, papá…

     
  • Hugo 14:51 em 30 November, 2013 | Comentar!
    , pais   

    O pai estava a passear com o filho. A certa altura, o garoto perguntou:
    — Pai, o que é electricidade?
    — Bem, não sei ao certo — respondeu o pai. — Tudo o que sei é que é algo que faz as coisas funcionarem.
    Mais adiante, o menino fez outra pergunta.
    — Pai, como é que a gasolina faz os motores funcionarem?
    — Não sei, filho. Não entendo nada de motores. Depois de curto intervalo, o garoto novamente:
    — Pai, porque brilha o asfalto, como se estivesse molhado, nos dias de calor?
    — Não sei, não entendo de pavimentação.
    Outras perguntas se seguiram, com quase os mesmos resultados. Por fim, o garoto interrogou:
    — O pai não se aborrece quando faço todas essas perguntas?
    — Claro que não, filho. De que outra forma tu aprenderias alguma coisa?

     
  • Hugo 14:50 em 30 November, 2013 | Comentar!
    , pais   

    O estudante, em apuros monetários, teve de empenhar o fato, mas não queria que a mãe soubesse. Finalmente, resgatou o fato e levou-o para casa, na mala da roupa. Enquanto o rapaz estava ocupado no seu quarto, a mãe começou a des-fazer-lhe a mala. Ao deparar com a etiqueta da casa de penhores, presa ao casaco, perguntou ao filho:
    — João, que etiqueta é esta?
    O rapaz não hesitou e replicou:
    — É que fui a um baile, ontem à noite… e isso é a etiqueta que lhe puseram no bengaleiro…
    Um momento depois a mãe viu uma etiqueta igual presa às calças e perguntou, surpresa:
    — João, mas que espécie de baile foi esse?!…

     
  • Hugo 14:50 em 30 November, 2013 | Comentar!
    , pais   

    — Minha filha, cada vez que és malcriada nasce-me um cabelo branco a mim!
    — Ena, mãe! Como tu foste malcriada! Olha só o cabelo da avó!

     
  • Hugo 14:50 em 30 November, 2013 | Comentar!
    , pais   

    O miúdo chega-se ao pé da mãe e diz:
    — Mãe, preferias que eu partisse uma perna ou o jarro da sala?
    — Ora, que pergunta tola, claro que preferia que partisses o jarro da sala.
    — Então, podes ficar contente porque não parti a perna.

     
  • Hugo 14:50 em 30 November, 2013 | Comentar!
    , pais   

    — Paizinho, o teu sócio morreu, não podíamos agora pôr o meu noivo no lugar dele?
    — Eu… não sei. Cá para mim tanto se me dá. Combina isso com o cangalheiro.

     
  • Hugo 14:49 em 30 November, 2013 | Comentar!
    , pais   

    — O Manuel Andrade pediu-me a tua mão e eu concordei — diz o pai à filha.
    — Não quero abandonar a minha mãe — responde ela, a chorar.
    — De acordo. Leva-a contigo.

     
  • Hugo 14:49 em 30 November, 2013 | Comentar!
    , pais   

    O pai do Zezinho foi buscá-lo à escola para o levar a uma consulta ao dentista. Sabendo que os papéis, no grupo de teatro da escola tinham sido distribuídos nesse dia, perguntou ao filho se lhe calhara algum. O Zezinho, entusiasmado, disse que sim.
    — Calhou-me o papel de um homem que está casado há vinte anos.
    Responde o pai:
    — Óptimo, filho. Continua o bom trabalho, que qualquer dia dão-te um papel em que possas falar.

     
  • Hugo 14:49 em 30 November, 2013 | Comentar!
    , pais   

    A mãe, ao voltar das compras, pergunta aos filhos:
    — Que fizeram vocês esta manhã?
    — Eu lavei os pratos.
    — Eu enxuguei-os.
    — E eu apanhei os cacos.

     
  • Hugo 14:49 em 30 November, 2013 | Comentar!
    , pais   

    O pai presenteia a jovem filha com um casaco de pele de raposa prateada.
    Satisfeitíssima, ela afaga o presente, comentando:
    — Como pode uma coisa tão maravilhosa vir de um animal tão pequeno, sem aparência, totalmente insignificante…
    — Alto aí! Se não queres agradecer-me, vá lá. Mas também não precisas de me ofender!…

     
  • Hugo 14:49 em 30 November, 2013 | Comentar!
    , pais   

    O pai do Joãozinho fica apavorado quando este lhe mostra o boletim do professor.
    — Na minha época, as notas baixas eram punidas com uma boa surra — comenta, contrafeito.
    — De acordo, pai! Que tal apanharmos o professor à saída amanhã?

     

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