Com as tags: malandro Mostrar/Esconder Comentários | Atalhos de Teclado

  • Hugo 21:58 em 11 January, 2018 | Comentar!
    malandro   

    No domingo nada faço, porque sou fiel cristão;
    na segunda, porque abraço da preguiça a profissão;
    na terça não dou um passo, porque temo dá-lo em vão;
    na quarta, porque o cansaço me obriga a ser mandrião;
    na quinta, porque padeço duma afecção pulmonar;
    na sexta, porque adoeço com medo de trabalhar;
    no sábado, porque conheço que é preciso descansar.

     
  • Hugo 17:51 em 11 January, 2018 | Comentar!
    malandro   

    — Tu, aí. Já acabaste esse trabalho?
    — Já, sim senhor.
    — O que é que estás aí a fazer, agora?
    — Vou já para baixo. Não estou a fazer nada.
    — E tu, também. O que é que estás aí a fazer?
    — Eu estou a ajudá-lo.

     
  • Hugo 13:23 em 11 January, 2018 | Comentar!
    malandro   

    Uma senhora pergunta a um rapaz porque é que não trabalha.
    — Porquê? Porque não encontro trabalho.
    — E a que atribui o facto de ninguém lhe dar trabalho?
    — À sorte, minha senhora. À sorte.

     
  • Hugo 9:08 em 11 January, 2018 | Comentar!
    malandro   

    — O meu trabalho mais difícil é sempre antes do almoço.
    — Qual é?
    — Levantar-me…

     
  • Hugo 4:44 em 11 January, 2018 | Comentar!
    malandro   

    João visita o amigo António, que há quase um mês não vai à oficina:
    — Venho da parte do chefe, perguntar-te o que é que tens para passar tantos dias na cama.
    — Olha, João: diz ao chefe que até agora não tive nada, mas estou à espera da gripe.

     
  • Hugo 0:03 em 11 January, 2018 | Comentar!
    malandro   

    — Foi naquela fábrica que sofri o maior desgosto da minha vida…
    — Sim? Como foi?
    — Entrei para pedir emprego… e deram-mo!

     
  • Hugo 19:59 em 7 December, 2013 | Comentar!
    , malandro,   

    O pequeno Zézito diz ao pai:

    • Pelo Natal, gostaria de ter um revólver verdadeiro!
    • O quê!? – rezingou o pai – tu és doido, ou quê?
    • Quero um revólver verdadeiro! Quero um revólver verdadeiro!

      • choraminga o Zézito.
    • Basta – ralha o pai – quem é aqui o dono da casa?

    Diz o Zézito, com fleuma:

    • És tu, mas se eu tivesse um revólver verdadeiro…
     

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