Com as tags: equívoco Mostrar/Esconder Comentários | Atalhos de Teclado

  • Hugo 17:17 em 29 November, 2013 | Comentar!
    equívoco   

    — Desejo um remédio radical contra os soluços!
    (O farmacêutico administra-lhe duas fortíssimas bofetadas):
    — Pronto! Os seus soluços já passaram.
    — Mas… meu caro senhor!… O remédio era para… a minha mulher!

     
  • Hugo 17:17 em 29 November, 2013 | Comentar!
    equívoco   

    — Onde foi que você arranjou esse olho inchado?
    — Você não se lembra da viúva que me apresentaram há dias?
    — Que tem ela com isso?
    — Não era viúva.

     
  • Hugo 17:17 em 29 November, 2013 | Comentar!
    equívoco   

    Na escuridão:
    — Ai, Mário! Nunca me beijaste desta maneira. Será porque esta noite não há luar?
    — Não. Não é. O que é é que não sou o Mário.

     
  • Hugo 17:17 em 29 November, 2013 | Comentar!
    equívoco   

    O aldeão passava em frente da moradia de férias do escritor e via-o sentado à mesinha de trabalho, a escrever.
    — Bom dia, senhor doutor. Está a descansar, não é verdade?
    — Não, meu amigo: estou a trabalhar.
    Cuidava o aldeão que a resposta era de brincadeira. Um dia em que o escritor se entretinha a cavar o jardim, o camponês aproxima-se, e diz com ar de triunfo:
    — Ah! Hoje sim. Hoje é que o senhor doutor está a trabalhar!
    — Engana-se, meu amigo. Hoje é que estou a descansar.

     
  • Hugo 17:17 em 29 November, 2013 | Comentar!
    equívoco   

    Um funcionário público — cumpridor, regrado, disciplinado — num primeiro dia de Inverno, saiu de casa para o emprego, sem chapéu de chuva. No carro eléctrico, ao levantar-se, pegou distraidamente no guarda-ohuva de um homem, que ia a seu lado, e este chamou-Ihe a atenção para o facto. Envergonhadíssimo, entrou numa loja e comprou um, sem se lembrar de que na repartição tinha, sempre, por prudência, outro, para uma falta. Entretanto, em casa, a mulher, notando o esquecimento dele, mandou a criada levar-lhe o que era normalmente de seu uso. À hora do almoço, quando foi para casa, teve a triste ideia de levar os três guarda-chuvas. Ideia triste, porque no eléctrico se lhe deparou o mesmo passageiro da manhã, que, ao vê-lo tão bem apetrechado, lhe disse com um ar fingidamente cúmplice:
    — Bravo! Que boa colheita, hoje…

     
  • Hugo 17:17 em 29 November, 2013 | Comentar!
    equívoco   

    — Conhece aquela tipa que está ali ao pé da orquestra, aquela de vestido azul?
    — Por acaso conheço.
    — É muito gira e está-me a dar sorte. Não tira os olhos aqui da mesa. Pode-me apresentá-la?
    — Posso. É a minha mulher.

     
  • Hugo 17:17 em 29 November, 2013 | Comentar!
    equívoco   

    — Quando vinha no autocarro vi uma nota de vinte euros no chão. Ia para apanhá-la, diz-me um tipo que ia sentado em frente: «Eu também a vi, meu caro. É metade para mim, metade para si».
    — Bem — diz a esposa —, ainda ganhaste dez euros.
    — Qual quê! A nota era minha. Eu é que a tinha deixado cair!

     
  • Hugo 17:16 em 29 November, 2013 | Comentar!
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    O homem olha o jornal, no escritório, e vê, com espanto, a notícia da sua própria morte. Liga o telefone para casa, a fim de tranquilizar a esposa, e pergunta-lhe se leu a notícia.
    — Li, sim, pois claro que li. Mas… ouve lá: donde é que tu estás a falar?!…

     
  • Hugo 17:16 em 29 November, 2013 | Comentar!
    equívoco   

    Um jovem pai empurra o carrinho do filho numa avenida do parque. O menino chora desaforadamente, grita, gesticula com os bracitos e as pernitas. Mas o pai segue tranquilo e lentamente, apenas murmurando, em voz baixa, de vez em quando:
    — Calma, Bernardo! Bernardo, acalma-te.
    Um psiquiatra que ia passando, parou a apreciar a cena e, cheio de admiração, aproxima-se do jovem pai e diz-lhe:
    — Permita-me que o felicite, amigo. Você sabe dominar maravilhosamente os seus nervos. Todos os pais deviam imitá-lo.
    Depois, olhando o pequeno rebelde, ajunta, apontando o menino:
    — Chama-se Bernardo, não é verdade?
    — Não senhor — responde o pai — Bernardo sou eu!

     
  • Hugo 17:16 em 29 November, 2013 | Comentar!
    equívoco   

    Os homens chegam ao Entroncamento e vêem expostas uma batata de tamanho descomunal, que devia pesar muitos quilos, uma cebola quase do mesmo tamanho; olham, admirados, entram no estabelecimento, e um deles pergunta ao caixeiro:
    — Diga-me, por favor: cá na terra há um gato preto, aí com um metro e meio de comprimento, todo preto e com uma coleira branca?
    — Não, senhor, não há.
    — Tem a certeza que não há?
    — Tenho. Nunca cá se deu notícia desse gato.
    — Então, Manel — diz o homem voltando-se para o companheiro —, não tenhas dúvidas de que atropelaste um padre.

     
  • Hugo 17:16 em 29 November, 2013 | Comentar!
    equívoco   

    No consultório:
    — O seu pai era cardíaco?
    — Não, senhor doutor. Era engraxador.

     
  • Hugo 17:16 em 29 November, 2013 | Comentar!
    equívoco   

    — O que é que anda à procura?
    — Dum rebuçado que me caiu da boca e não o vejo.
    — Dum rebuçado? Mas se lhe caiu da boca está todo sujo, com certeza.
    — Mas eu preciso de o encontrar.
    — Ó homem, deixe-se disso. Tome lá outro rebuçado.
    — Esse não me interessa. Quero é achar o meu, que me levou a dentadura agarrada.

     
  • Hugo 17:16 em 29 November, 2013 | Comentar!
    equívoco   

    Era a primeira vez que ele andava de avião, e estava cheio de medo… A certa altura, voltando-se para o companheiro do banco, disse-lhe:
    — É espantosa a sensação que a gente sente. E pensar que aqueles pontinhos negros lá em baixo, que parecem formigas, são pessoas…
    O outro respondeu:
    — Não, não. Está enganado: são formigas! A gente ainda não levantou voo…

     
  • Hugo 17:16 em 29 November, 2013 | Comentar!
    equívoco   

    — Sim, estou. Aqui aeroporto de Orly. Diga.
    — Quanto tempo se demora de Paris a Nice, por favor.
    — Um minuto, cavalheiro…
    — Muito obrigado, minha senhora.

     
  • Hugo 17:15 em 29 November, 2013 | Comentar!
    equívoco   

    — Quando me casei, a minha mulher falava-me sempre do tesouro que tinha enterrado; e, afinal…
    — Afinal, o quê?
    — O tesouro a que ele se referia era o seu primeiro marido!

     
  • Hugo 17:15 em 29 November, 2013 | Comentar!
    equívoco   

    Num saloon, dois cowboys comem a uma mesa. Diz um para

    — Estás a ver aquele tipo lá em baixo ao balcão?
    — Qual? Estão lá uns oito.
    — O que está a beber uísque!
    — Estão todos a beber uísque!
    — O que tem uma camisa aos quadrados.
    — Todos vestem camisa aos quadrados.
    — Espera!
    Puxa por dois revólveres e mata sete dos clientes. Só um fica de pé.
    — Aquele! — diz o cowboy. — Odeio aquele gajo!

     

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